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Tecnologia do roubo

Fortaleza aparece na mídia nacional e internacional, não por sua economia, turismo ou qualidade de vida, mas em razão do maior roubo a banco registrado no País. Altamente especializada, a quadrilha responsável pela operação arrebatou R$ 156 milhões da caixa-forte do Banco Central, no último final de semana.

A natureza da ocorrência demonstra, em parte, o grau de sofisticação das técnicas utilizadas. Ao construir um túnel de 80 metros de extensão e 70 centímetros de altura, os marginais deixaram provas visíveis de domínio sobre planejamento de obras, de engenharia de escavações e, especialmente, sobre solos.

A região onde a “obra de arte” foi executada margeia o Riacho Pajeú. O terreno é pantanoso, sujeito, portanto, a afundar com o volume do tráfego pesado da Avenida Dom Manuel. Nada disso aconteceu, numa indicação da certeza da técnica aplicada no trecho entre a Rua 25 de Março e o edifício do banco, na Avenida Heráclito Graça.

O piso da caixa-forte do prédio, com 1,10 metro de espessura, feito de ferro e recoberto por concreto, diz bem dos cuidados preventivos em relação à custódia de valores. Contudo, não foi capaz de impedir o roubo cinematográfico, que superou os obstáculos antepostos à sanha criminosa.

Curiosidade: Como que eles conseguiram levar o dinheiro?

De acordo com pessoas que trabalham com transporte de cargas e que pediram para não serem identificadas, o volume de dinheiro retirado do BC - tendo em vista, ainda, o seu peso - no caso da quadrilha tentar utilizar o transporte aéreo, precisaria de dois aviões Bandeirante e um Navajo, nos quais só viajariam piloto e co-piloto. “Caso contrário, as aeronaves não decolariam, devido ao peso. Seria necessário um avião a jato para isso”, disseram.

Já no caso de os bandidos escolherem a via terrestre, precisariam, no mínimo, de um caminhão de pequeno porte - um Mercedinho ou um F-4.000 - com baú, que viajaria com seu compartimento de carga pela metade. E se o grupo utilizar uma carreta, hipótese essa considerada uma das mais prováveis, poderia colocar os pacotes com dinheiro no fundo da carroceria e carregar com outras mercadorias, dificultando a localização.





 Escrito por Cristina às 06h01
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